Vi este livro na FNAC do Chiado um dia, enquanto passeava pela secção "Queer", junto aos livros de esoterismo.
A capa tem o seu mistério. Os rapazes afastam-se, os comentários são um presságio de algo trágico dentro das páginas; mas o livro é em memória de quem, ou do quê?
É isso que a contracapa responde sem revelar demasiado. Tem estrutura bem definida, texto centrado, uso do negrito e cores para diferenciar bem as diferentes secções. À primeira vista, parece demasiado cheia, sim, mas confesso que é uma das únicas contracapas que li por inteiro nos últimos tempos. Apesar de ainda não o ter lido, cada vez que pego nele tenho vontade de o começar a ler.
- Tomás Mendes


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