Cânone Justo (sem uma ordem específica):
- 1984, George Orwell (1949) - Uma distopia poderosa sobre o controle do Estado e a manipulação da verdade, que continua a ser uma crítica relevante às sociedades autoritárias.
- Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago (1995) - Uma reflexão profunda sobre a fragilidade da civilização humana e a luta pela sobrevivência quando as estruturas sociais colapsam.
- The Secret History, Donna Tartt (1992) - Um thriller psicológico que explora os limites da moralidade e as consequências das nossas ações.
- Frankenstein, Mary Shelley (1818) - Um marco do romance gótico e da ficção científica, que questiona a ambição humana e os seus limites através da criação do “monstro” por Victor Frankenstein.
- Hamlet, William Shakespeare (1600) - A tragédia do príncipe dinamarquês continua a ser uma das mais complexas e enigmáticas reflexões sobre a vingança, o poder e a existência.
- O Diário de Anne Frank, Anne Frank (1947) - O relato autêntico da vida de uma jovem judia escondida durante a Segunda Guerra Mundial, testemunho do horror da guerra e do Holocausto.
- Pride & Prejudice, Jane Austen (1813) - Uma crítica social perspicaz mascarada numa história de amor, que aborda temas como classe social e casamento.
- The Bell Jar, Sylvia Plath (1963) - Um retrato honesto e inquietante da depressão e da luta de uma jovem para encontrar o seu lugar no mundo.
- Cien Años de Soledad, Gabriel García Márquez (1967) - A obra-prima do realismo mágico que narra a ascensão e queda da família Buendía, refletindo a história e cultura latino-americana.
- Metamorfose, Franz Kafka (1915) - A história surreal da transformação de Gregor Samsa num inseto reflete o absurdo e a alienação do ser humano na sociedade moderna.
- Madame Bovary, Gustave Flaubert (1857) - Um retrato doloroso das ilusões românticas e do desespero de uma mulher insatisfeita com a sua vida monótona e provinciana.
- L’Étranger, Albert Camus (1942) - Um clássico do existencialismo que explora o absurdo da vida através da indiferença do protagonista, Mersault, perante o mundo que o rodeia.
- O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry (1943) - Uma história poética sobre a infância, o amor e a importância de ver para além das aparências.
- The Collected Poems of W. B. Yeats, W. B. Yeats (1933) - A obra completa de um dos maiores poetas do século XX, que explora temas como a mitologia irlandesa, a história e a espiritualidade.
- Ulysses, James Joyce (1922) - Uma obra-prima modernista que retrata um dia na vida de Leopold Bloom, desafiando as convenções literárias com a sua narrativa fragmentada e estilo inovador.
Cânone Pessoal (sem uma ordem específica):
- Fairy Oak - O Encanto das Trevas, Elisabetta Gnone (2005) - Uma história mágica sobre a amizade e a descoberta do poder que une as irmãs gêmeas de Fairy Oak.
- Normal People, Sally Rooney (2018) - Um romance contemporâneo que explora as complexidades das relações modernas, com um olhar honesto sobre a intimidade e as diferenças sociais.
- The Bell Jar, Sylvia Plath (1963) - Uma obra que me marcou pela sua honestidade crua sobre a depressão e a busca pela identidade.
- Calvin & Hobbes, Bill Watterson (1987) - Uma série de tiras cómicas filosóficas e divertidas sobre a imaginação e a amizade de um menino e o seu tigre de peluche.
- Room, Emma Donoghue (2010) - Uma história sobre sobrevivência e resiliência, contada a partir da perspetiva inocente de um menino que cresceu num cativeiro.
- Memorial do Convento, José Saramago (1982) - Uma obra monumental que mistura ficção histórica com o estilo único de Saramago, refletindo sobre o poder e a resistência humana.
- Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago (1995) - Um favorito pessoal pela forma como explora a condição humana em situações extremas.
- Hamlet, William Shakespeare (1600) - A tragédia do príncipe dinamarquês continua a ser uma das mais complexas e enigmáticas reflexões sobre a vingança, o poder e a existência.
- Pride & Prejudice, Jane Austen (1813) - Uma crítica social perspicaz mascarada numa história de amor, que aborda temas como classe social e casamento.
- 1984, George Orwell (1949) - Uma distopia poderosa sobre o controle do Estado e a manipulação da verdade, que continua a ser uma crítica relevante às sociedades autoritárias.
- Margarida Silva -
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