segunda-feira, 3 de março de 2025

Exercício 10

 (Sic)

Melancólico Despertar

Sempre que saio de casa

Sinto-me a entrar num pranto.

Quem me dera estar debaixo d’asa

Da mãe, não há espanto.

 

A dor que assola o meu peito

Traz a saudade em seu regaço

Não sei viver de outro jeito

Que não no seu abraço

 

Mas não posso estar assim

Preciso mesmo de arrebitar

Isto não pode ser o fim

 

Rasgo um sorriso no olhar

Visto-me de alegria

Serei contágio para a mar.


(Editado)

Melancólico Despertar

Sempre que saio de casa

Sinto-me a entrar num pranto.

Queria estar debaixo d’asa

Da mãe. Não há qualquer espanto.

 

A dor que assola o meu peito

Traz a saudade em seu regaço.

Não sei viver de outro jeito

Que não no seu abraço.

 

Mas não posso estar assim.

Preciso mesmo de arrebitar.

Isto não pode ser o fim.

 

Rasgo um sorriso no olhar

Visto-me de alegria.

Serei contágio para amar.

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