(Sic)
Melancólico Despertar
Sempre que saio de casa
Sinto-me a entrar num pranto.
Quem me dera estar debaixo d’asa
Da mãe, não há espanto.
A dor que assola o meu peito
Traz a saudade em seu regaço
Não sei viver de outro jeito
Que não no seu abraço
Mas não posso estar assim
Preciso mesmo de arrebitar
Isto não pode ser o fim
Rasgo um sorriso no olhar
Visto-me de alegria
Serei contágio para a mar.
(Editado)
Melancólico Despertar
Sempre que saio de casa
Sinto-me a entrar num pranto.
Queria estar debaixo d’asa
Da mãe. Não há qualquer espanto.
A dor que assola o meu peito
Traz a saudade em seu regaço.
Não sei viver de outro jeito
Que não no seu abraço.
Mas não posso estar assim.
Preciso mesmo de arrebitar.
Isto não pode ser o fim.
Rasgo um sorriso no olhar
Visto-me de alegria.
Serei contágio para amar.
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