Venho contribuir para os exercícios das contracapas. Primeiro, a contracapa de um livro que vi na Livraria de São Tiago, em Óbidos:
Aqui podemos ver o nome do autor, o título da obra, o nome do tradutor e uma breve crítica positiva. Por si só, estes elementos não me parecem uma má seleção para colocar numa contracapa. O que realmente coloca esta contracapa num patamar muito baixo é, a meu ver, o aspeto visual desta.
O texto parece muito pequeno para a informação exposta, deixando um grande espaço de nada. Isto faz com que uma cor de verde acinzentado domine o nosso campo de visão, o que não capta a atenção do leitor.
Para além disso, a falta de sinopse, para mim, é sempre um problema. Como saberei que quero comprar um livro se não consigo entender do que se trata? Mau marketing, a meu ver.
Por outro lado, deixo a contracapa de um dos livros da minha estante:
Logo a cor é uma melhoria; é vibrante e distinta. Mas estão também incluídos designs apelativos, que condizem com a capa.
No topo lê-se uma frase marcante, que ilude ao conteúdo do livro e causa curiosidade. Segue a sinopse, sempre uma ótima adição.
Depois, o leitor é informado dos próprios temas que pode esperar quando efetuar a leitura. Num mercado literário cada vez mais influenciado pelas redes sociais, onde os tropos são uma componente importante para o público, este elemento parece-me favorável.
Por fim, são colocadas algumas capas de outras obras da autora. Não só condizem com o aspeto visual da contracapa, como dão a conhecer outras leituras possíveis caso o leitor esteja interessado.
Mar Ferreira


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